Pensando
em como externar a alegria, e as impressões, sobre o novo álbum do Queens of
The Stone Age cheguei a uma conclusão pouco usual – para mim, é claro. Achei
por bem resumir minhas sensações ao ouvir cada faixa do disco, que ouço
incessantemente desde que “vazou”, em um tweet.
Não porque o Twitter esteja em alta,
na verdade sabemos que a situação é contrária, mas porque achei um critério
interessante para convencionar minha síntese reflexiva. Aí vai a “resenha
tweetística”:
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segunda-feira, 20 de maio de 2013
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Musicando
Descobri, através de um link no Facebook, a música Many Shades of Black do The Raconteurs, sensacional! Engraçado é que tenho a discografia do projeto pós-White Stripes de Jack White em meu computador e jamais tinha me atentado a essa preciosidade que é a música. Luke Baranyi fez um comentário que considero extremamente pertinente sobre a canção em questão; “É doce e ácida, rápida e lenta”. Nem entro nos meandros técnicos da canção, até porque não tenho conhecimento suficiente da área para fazer um comentário que valha a pena.
Como expressão artística, acho que cumpre com louvor a transmissão de sua ideia básica, presente – obviamente – na letra, mas principalmente na melodia (que funciona tão bem quanto a primeira para fins de compreensão do “clima”). Não vou nem ficar discorrendo sobre o que entendi da composição, mas sim me ater ao fato de que o que mais me impressionou fio a experiência em si – em detrimento ao seu conteúdo. Meio complexo e desconexo, mas fez sentido enquanto eu pensava.
Só resta deixar o link para a música:
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