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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

O dia em que Wawrinka chorou

Foi um jogo histórico. Mais um envolvendo o #1 do mundo Novak Djokovic, diga-se de passagem. O suíço Stanislas Wawrinka jogou como top 5, mesmo estando hoje no 17º posto no Ranking da ATP. Djoko, por sua vez, não estava no melhor dos seus dias, o que equiparou as forças, em condições normais díspares, desse duelo. Frente a frente, o melhor tenista na história de sua, jovem, nação e um grande atleta, relegado ao segundo posto em seu país, famoso pela neutralidade política, diante da injusta comparação com o maior nome do tênis em todos os tempos. O palco foi a Rod Laver Arena, a quadra principal do Melbourne Park. Durante exatas 5 horas e 2 minutos, esses dois homens ascenderam à condição de semideuses do esporte.

Ao término da partida, Djokovic e Wawrinka se encontram na rede

domingo, 23 de outubro de 2011

Nova Zelândia vence a Copa do Mundo de Rugby - que deixará saudades

A Copa do Mundo de Rugby me encanta de quatro em quatro anos e isso é fato, inclusive já falei aqui neste mesmo blog sobre o evento. O terceiro maior evento esportivo do planeta, atrás somente da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos de Verão, é – sem dúvida nenhuma – um momento sublime do esporte e que tem uma capacidade imensa de criar histórias fantásticas.
Richie McCaw levanta a Webb Ellis Cup

Não me esqueço da última Copa, em 2007 na França, quando o brutamontes (ou “mamadeira de picanha”, como preferir) Sébastien Chabal chorava copiosamente ao ouvir a La Marseillaise (A Marselhesa, em português) – o hino nacional francês. Ou os jogadores da seleção portuguesa, totalmente formada por jogadores amadores, que se comoviam com o simples fato de estarem participando da disputa de uma Copa do Mundo do esporte que amam, porque jogar por milhões é fácil meu caro.
A festa foi grande, com direito a fogo e tudo mais, no Eden Park

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

INICIO DO TERCEIRO MAIOR EVENTO ESPORTIVO DO MUNDO: A COPA DO MUNDO DE RUGBY

Hoje teve início o terceiro maior evento esportivo do planeta, a Copa do Mundo de Rugby. Eu sou um aficionado por esportes em geral, e com o esporte bretão (que inclusive deu origem ao futebol, em uma história que conto em outra oportunidade) não é diferente. Programei a TV para ligar, e o recurso de gravação também, tentei ficar acordado – sem sucesso, só resisti até às 3:30 mais ou menos – e por fim coloquei o relógio para despertar às 5 horas da madrugada. Ah sim, não expliquei e por isso o horário pode parecer estranho, essa edição está sendo realizada na Nova Zelândia – sem nenhum exagero, país que representa para o Rugby o que o Brasil representa para o Futebol.
E foram justamente os donos da casa que abriram a competição, jogando contra a seleção de Tonga. É interessante notar que, ao contrário dos demais esportes coletivos, no Rugby a Oceania é uma grande potência (muito devido à colonização inglesa no continente) e a seleção neozelandesa, conhecida como os All Blacks, é a mais famosa do planeta.
O filme Invictus retrata a campanha da seleção
da África do Sul na Copa do Mundo de 1995
Explicações bastante superficiais sobre o jogo em si: o Rugby tem regras que se assemelham ao Futebol Americano (mas tem uma dinâmica que lembra mais o nosso Futebol). São 15 jogadores de cada lado, não há time de defesa e ataque como no Futebol Americano, e o objetivo primário é cruzar a linha do In-Goal (área no fundo do campo, semelhante à EndZone do Futebol Americano) com a bola e coloca-la no solo, isso constitui o Try – maior pontuação do Rugby, que vale 5 pontos. O nome Try vem da origem do jogo, pois nos primórdios essa atitude simplesmente te dava a chance de chutar a bola e tentar (daí o try) e aí sim marcar os pontos, isso mudou e agora só colocar a bola no chão já vale os pontos. Interessante notar que no Rugby é necessário colocar a bola no chão para que o Try seja válido, e no Futebol Americano o Touchdown (que insinua que a bola tenha que tocar o solo) se constitui somente pelo fato da bola cruzar a linha imaginária da End Zone. Após o Try é dada ao time que marcou a oportunidade de um chute, que vale 2 pontos.